Presentes que valem por três

Você já conseguiu dar os mesmos presentes religiosos, simultaneamente, para duas ou três pessoas? Isso pode acontecer, veja como.

Faltava um mês para o Dia dos Namorados, e por falar nisso, o… Presente!

Quem passasse pela rua principal do Bairro da Lua Nova avistava, a uns duzentos metros, dali, naquela colina sinuosa, um casarão antigo que chamava a atenção por seus moradores. Alguns sentados na grama, alguns nas poucas cadeiras, outros, em improvisados bancos de madeira, era um grupo de idosos, na verdade, uma “irmandade” de velhinhos, indo, de abandonados a “em repouso” – como muitos filhos e parentes alcunham, eufemisticamente, a retirada desumana de seus idosos de dentro de casa. Quem via esses seres humanos à distância, não sabia dos terríveis problemas e necessidades a que o Lar Vitta estava passando.

Falta de macas; ambulância desequipada; falta de cama-mesa-banho; remédios e mantimentos, além, de mais recursos para dar mais qualidade, mais dignidade, consequentemente, um pouco mais de felicidade àqueles que tanto já tinham dado de si próprio, na vida.

A prefeitura, com tantos outros problemas sociais, não estava mais dando conta sozinha. Foi aí que alguém teve a idéia de ligar a expectativa romântica do ato de dar presente, nos Dia dos Namorados, a um gesto altamente altruísta, em relação aos velhinhos necessitados, lá do Bairro Lua Nova, o Lar Vitta.

Toda comunidade sabia, e, até com certo pesar de consciência, que aquela situação dos idosos lhes dizia respeito, também.

Foi assim que surgiu a idéia de reservar 20% do valor do presente de Natal, para a categoria de jóias religiosas, terços católicos, medalhas religiosas, escapulários e pingentes religiosos para destinação à causa nobre dos velhinhos. O que aconteceu?

O resultado foi que, em relação ao ano anterior, houve uma motivação tão grande por esse segmento de presentes religiosos, que, até casais há muito tempo casados, também, se sensibilizaram. Aderiram e fizeram a grande diferença, mais pelo apelo beneficente.

O resultado foi que o Lar Vitta, praticamente, ressuscitou e a alegria voltou para lá, para a colina da Lua Nova. O que aconteceu? Que espírito de solidariedade se apossou daquela comunidade?

O que aconteceu é o que acontece, diariamente, com a gente quando se depara com alguém nos pedindo esmola ou ajuda, num mundo que se tornou extremamente difícil distinguir o verdadeiro necessitado, da “multidão” má intencionada que nos assola, pelas ruas ou nos portões.

Assim, é preferível ajudar uma Instituição Filantrópica honesta e de inequívoca credibilidade, e a gente fica em plena harmonia de espírito.

Da historia aí de cima, extrai-se também uma observação de um problema psicológico que acomete às pessoas quando tem o desejo de consumir, adquirir, ou, presentear alguém, com algo que possa ser taxado de fútil, supérfluo, caro ou ostentativo. Esse tipo de compra ou aquisição pode deixar, nas pessoas um sentimento de culpa, chamado “dissonância cognitiva”.

. Presentes Religiosos Catolicos e a Filantropia

Observe, que no caso da historia da comunidade lá, de cima, as pessoas reagiram favoravelmente. Ao invés de demonstrarem o pesar da dissonância: “dissonantes ou pesarosos”, regiram de forma “consoante, benevolentes e jubilosos”, porque a compra daqueles presentes religiosos catolicos incluía na ação, uma causa nobre.

É, por isso, que quando alguém quer adquirir qualquer preciosidade, jóia religiosa, bijuteria, melhor sempre, dar preferência primordial a quem se destina por causas filantrópicas ou beneficentes.

Aliás, quem adquire alguns presentes religiosos ou artigos religiosos, de um projeto com escopo filantrópico está presenteando, praticamente, três pessoas: a quem se destina o presente, ao beneficiado carente e, ao regozijo espiritual do doador.

Temos o exemplo clássico e magnífico da Cruz da Terra Santa, que vende artigos religiosos católicos como: crucifixos, medalhas catolicas, jóias religiosas, terços catolicos, escapulários que, tem sua venda ligada á destinação da grande obra do Padre Antonio Maria, mantenedor do orfanato e creche, além de tantas outras obras, que ele chama de Obra do Amor Maior.
Assim, quando alguém adquire um artigo religioso da Cruz da Terra Santa, pode imaginar centenas de crianças agradecendo e sorrindo, por seu presente e pelo futuro deles. Presentes religiosos que valem por três, afinal, em última instância você também faz uma oferta para Deus: Amém!

Fonte: T. Rantô Rochar (Redator Cultural/Compositor)Formado em Comunicação e Marketing pela ESPM – SP. 74 Curso de Filosofia, Marketing Fundamental.É autor da Obra Musical no “Canto dos Santos”.

Share Button

Deixe um comentário

Seu email não será publicado. Campos com * são obrigatórios